quinta-feira, 10 de março de 2011

Falando em beleza...


Só uma ressalva: esse post não é incitar a velha questão da importância da beleza interior contraposta com o contexto desse post, pois em qualquer instância é essa que vale e não se deve colocar em maior importância um "rostinho bonito" a intenção não é essa. Só que o que mais intriga, é toda essa cobertura de mídia mesmo que meio osbcura, a aparição da imagem da mulher numa beleza que se resume em seios imensos, nádegas fora do comum, coxas torneadas e etc. No entanto, essas mulheres adotadas como mulher melancia, maçã, filé, e sei lá mais o que, ah se não fosse tanta maquiagem...Na realidade fabricaram uma imagem totalmente distorcida que nem elas mesmo enxergam.
Isto é, já que estão tratando de beleza e chamam isso de beleza, então devo manifestar minha humilde opinião em dizer que essas mulheres NÃO são belas, e isso é tão óbvio e direto que faz desse post, breve. Digo novamente que não estou dando maior atenção à beleza exterior, mas o papo aqui é outro. O padrão de beleza que conheço e que acredito que muitos também conhecem é outro. Posso dar belos exemplos de beleza NATURAL: Letícia Sabatela, Débora Falabella, Sandy, Ana Paula Arósio, Maria Flor, Vanessa Giácomo, Maria Fernanda Cândido, Liliana Castro, Maria Ribeiro, Mel Lisboa, Alice Braga, Carolina Kasting, Dayenne Mesquita, Nanda Costa, Brooke Shields, Keira Knightley, Kate Winslet e tantas outras. Foram só exemplos para fazer notar o que é beleza; simples e congênita, sem maiores esforços e sem excessos.

Viva a simplicidade da beleza!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Me encantam...


"Mais sábios que os homens são os pássaros. Enfrentam as tempestades noturnas, tombam de seus ninhos, sofrem perdas, dilaceram suas histórias. Pela manhã, tem todos os motivos para se entristecer e reclamar, mas cantam agradecendo a Deus por mais um dia." Augusto Cury

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Medicina sem interesse.

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Uma profissão que julga-se ser apenas para alguns em seu exercício pelo fato absoluto da complexidade do conhecimento físico e psicológico do ser humano - complexidade esta ligada à VIDA. Infelizmente, sua competitividade está ligada mais ao capricho de enriquecimento do que sua alta responsabilidade dita anteriormente.



Em suma, e no popular, a competitividade nos vestibulares está ligada ao interesse de um bom campo de trabalho e salário. Esquecem-se que Medicina é muito mais que uma profissão, e sim, uma missão. Portanto, Medicina não é para qualquer um.
Precisa ser exercitada por pessoas que se preocupem em ajudar no conhecimento em que se foi adquirido.
Esquecem-se que se tratam de vidas e não de uma papelada de um advogado e nem um terreno a ser medido por um engenheiro. Sem desmerecer ambos profissionais. Contudo, a realidade é esta. Mais valor à vida humana.
Sem hipocrisia!


Vamos lutar pelo exercício da Medicina sem interesse financeiro.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

domingo, 13 de junho de 2010

O simples ciclo da vida humana


Aprendemos que todo ser vivo nasce, cresce, se reproduz, envelhece e morre. No caso do ser humano nem sempre se segue essa regra adequadamente.
Para ser mais coerente, alguns nem chegam a nascer, pois suas mães abortistas interrompem suas vidas. Já alguns chegam a nascer sim, crescem, mas ainda jovens estragam suas vidas com drogas, crime e outros vícios maléficos. Há alguns que se reproduzem antes da hora: o índice de adolescentes grávidas tem aumentado gradual e assustadoramente.
De fato, há os que chegam a envelhecer, porém, sem paz. Estão nos asilos, solitários e amargurados ou então apanhando por seus entes "queridos". Já a morte é algo inevitável, que chega mais cedo ou mais tarde e temos que enfrentá-la.

"Porque Toda a carne é como a erva, E toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor;" (I Pedro 1:24)

fonte: Vida & Reflexão


quinta-feira, 20 de maio de 2010

A grandeza do silêncio - Por Vanuza Cristina

















O silêncio é doçura:

Quando não respondes às ofensas,
Quando não reclamas os teus direitos,
Quando deixas à Deus a defesa da tua honra.
O silêncio é misericórdia:
Quando te calas diante das faltas de teus irmãos,
Quando perdoas sem remoer o passado,
Quando não condenas, mas intercedes em segredo.
O silêncio é paciência:
Quando sofres sem te lamentares,
Quando não procuras consolação junto aos homens,
Quando não intervéns, esperando que
a semente germine lentamente.
O silêncio é humildade:
Quando te apagas para deixar aparecer teu irmão,
Quando, na discrição, revelas dons de Deus,
Quando suportas que tuas ações sejam mal interpretadas,
Quando deixas os outros a glória da obra inacabada.
O silêncio é fé:
Quando te apagas, sabendo que é Ele quem age...
Quando renuncias às vozes do mundo para
permanecer na Sua presença...
Quando te basta que só Ele te compreenda.





Nem é preciso que eu faça comentários. O poema por si só nos fala o que precisamos aprender.






segunda-feira, 12 de abril de 2010

Uma regra de mundo




















"- Quando uns podem e outros não, o jogo fica mais interessante."

Foi um dia desses que meu irmão de 12 anos de idade encontrou um jogo na internet que me chamou a atenção para um aspecto totalmente visível na sociedade. Sem precisar fazer comparações, o jogo é uma reunião de pessoas que se juntam para conversar ou conviver. Ali criam seus personagens(uns bonequinhos quadrados) e num bate papo, frequentam os lugares de um 'hotel' que mais parece um mundo com a variedade de coisas que dá para se fazer, vai de clube e hospitais até local para entrevistas de empregos e delegacias.
E numa tentativa de parecer real, as pessoas logo que entram no jogo começam com o seu cômodozinho 'apertado' e vão aos lugares e lá se encontra pessoas de diferentes idades conversando. Quem desejar aumentar seu espaço no hotel e ter seus móveis, precisa ter money. Money lá, money cá. É isso mesmo, meu irmão fez minha mãe desenbolsar nesse jogo, R$ 30, 00 para ter seus "15 minutos de fama", ou melhor dizendo, seus dias de HC - um clube, como é conhecido, só para requintes e tem um prazo para acabar. Com todos os direitos, a pessoa que tiver o capital poderá usufruir de móveis caríssimos até a rodeada de amigos(interesseiros), que até então meu irmão não tinha. Os tão sonhados trinta reais pagos no banco valiam 90 moedas no jogo, com isso, ele pôde aumentar seu apartamento e ter o seu glamour sendo HC, é claro. O tempo passou e acabou a mamata! Mesmo sendo muito econômico, ele perdeu seus dias de 'richênho'. Continuou com tudo que havia comprado, mas cadê a graça de poder gastar?
Ficou frustrado, largou de mão, foi buscar jogos parecidos e acabou achando um piratão, mas com um detalhe: Todos os jogadores começavam com 999999999 moedas. O mesmo hotel, mesmas regras e algo curioso: Todos com direitos à moedas. Não como o outro que as pessoas teriam que desenbolsar, e evidente que nem todos podiam até o primeiro momento, ou seja, "noobs" como são chamados. Em decorrência disso, o jogo era e é pouco frequentado. Ficou uma dúvida no ar, não é?
Quem pensa que as infinitas moedas prenderiam os olhares $ $, se enganou. Meu irmão perdeu o interesse rapidamente. E eu já sabia o porquê. Levando pro lado da competitividade, era esperado isso acontecer. Não tinha graça conviver sem a "classe HC", sem poder chamar o outro de noob, e poder ser rodeado unicamente. Afinal, essa não é a nossa sociedade?
Mesmo assim, eu o indaguei: "- Qual é a graça, né?" Ele começou a pôr desculpas dizendo que o jogo tinha muitos legs(o já esperado), entre outras coisas. Sem poder jogar o antigo, buscou outras soluções para o seu passatempo, ou melhor, falta do que fazer.
... voltando, o mundo é assim. Uns podem, outros não. E os que podem querem cada vez mais poder. Para eles, é preciso haver algo inferior para encher o ego, senão o mundo não é mundo. O dinheiro parece consumir a mente das pessoas enquanto elas consomem tudo que podem. Como um mecanismo físico. Quem prefere viver com sua porção acostumada e ainda dividir, é mais feliz.


“Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mateus 6.19-21)

“O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males...” (I Timóteo, 6:10)

"E ainda vos digo que
é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus” (Mateus 19.23-24)"

Além de querer cada vez mais o rico não divide, vive pelo dinheiro e para o dinheiro, e ainda tem pavor de o perder. Aí entra o egoísmo, a extorsão, a exploração, a mentira e tudo aquilo que nada vale.

"Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me.
E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades." (Mateus 19. 21-22)

Não estou aqui querendo dizer que não temos que ter a nossa casa jeitosinha, o carro e a compra com fartura de todo mês, se lutamos e trabalhamos para conquistar isto. Eu digo, dividir. Aprender a ajudar os outros e que se for preciso nos faça renunciar prazeres pessoais. Não olhar só para o seu próprio umbigo. Algo voluntário. E isso muitas das vezes vem de pessoas pobres, outras que nem tem tanto dinheiro assim que muitas das vezes é conhecido como solidário. Porque se pararmos para pensar, rico propriamente dito é aquele que só pensa na riqueza, e dividir é papo furado. Pessoas que tem e dividem são prósperos e são aquelas pessoas que não vivem correndo atrás de tesouros na terra. A expressão de tristeza do jovem ao que o Mestre Jesus lhe falava, provou que Ele falava dos ricos propriamente dito. Só querem saber de ajuntar riquezas, e não querer dividir. E esse "propriamente dito" explica que o que faz de uma pessoa rica é o fato dela buscar ainda mais riquezas e o resto que se exploda. É um círculo vicioso.
Uma frase popular bem diz que nós é que devemos controlar o dinheiro, e não este nos controlar. Devemos aplica-lo devidamente, não este aplicar em nós o que bem entende. Se a pessoa se deixar dominar, ela se corrompe. E o dinheiro se torna um deus para tais pessoas.


Eclesiastes 6.7 "Todo trabalho do homem é para a sua boca, e, contudo, nunca se satisfaz a sua cobiça."

Como no jogo, os de posse que não gostam de dividir e por consequência aumenta o bolso e diminui o coração, querem ser sempre rodeados de puxa-sacos, comprar o que bem entender demasiadamente e sem necessidade. Para quê uma pessoa quer ter 3, 4, 5 ou até mais carros, podendo ter um só e ajudar os outros? Antes são fúteis. O negócio é ter posses, mostrar para a sociedade em geral , pobres e ricos, que possue. Os outros que se virem, afinal o mundo é dos espertos. O pior então é quando se esquecem de suas origens. Fazem aviõezinhos de dinheiro como um objeto "inquebrável", bem negociável e jogam numa ironia pitoresca; avarentos, inconvenientes e arrogantes. Perder dinheiro? O fim do mundo. Ricos famosos ou não, fazendo uma analogia, ocupam o clube HC e com os noobs ou pobres, fazem parte do cenário de uma regra de mundo que nem por todos é seguida(ainda bem), pois é enganadora e egocêntrica.

Assim como os dias de HC, o dinheiro não é tudo e também acaba.














"Nada vem de mim mesma. A minha inspiração vem de Deus. É ele quem abre meus olhos e me dá sabedoria."









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